Candidatos aprovados em concursos públicos, dentro das vagas previstas em edital, tem direito a nomeação.
Aproveitando a corona da crise internacional, a Ministra de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, em 25 de março desse ano, editou uma Portaria, 39, que suspende, por tempo determinado, a realização de novos concursos públicos e nomeação dos aprovados, para vagas previstas no edital. Leia mais +
Trabalho escravo. Sim, ainda convivemos com esse tipo de problema!
Em um mundo de beleza e vaidade encontramos um lado muito feio. Grandes marcas do mundo da moda estão sendo investigadas devido ao uso de trabalho escravo. Crianças e estrangeiros em condições ilegais se submetem ao trabalho escravo, recebem cerca de 2 reais por peça produzida num mundo que movimenta milhões de reais. Leia mais +
Déficit da Previdência é mito
O assunto fator previdenciário continua em voga, o secretário de Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência, afirmou que o governo vai enviar nova proposta para o Congresso. Leia mais +
Cidadãos brasileiros, aposentados por invalidez permanente, rogam para ter de volta seus salários, direitos e sua vida
PEC 270/08, uma questão de cidadania.
Quando decidi levantar a bandeira dos aposentados por invalidez permanente, em 2008 com a PEC 270, pensei que tal ação estaria corrigindo um erro, devolvendo aos aposentados o que é seu de direito, já que dedicaram a vida trabalhando em prol do Brasil.
Com o passar dos anos e das batalhas travadas para colocar a Proposta de Emenda Constitucional na pauta do dia para votação comecei a ter outra percepção. Por trás desses aposentados, que tiveram seus salários reduzidos de maneira drástica e ilógica, morava um coração, uma família, sonhos e projetos. Conhecendo as suas histórias ficou claro que esse erro, que espera correção a quase 3 anos, causa danos à vida, aos sonhos, aos familiares de inúmeros cidadãos brasileiros, que lutam, aguardam e rogam para que a justiça prevaleça. Leia mais +
“21 tiros na justiça”: onde estava a UPP?
A morte da juíza Patrícia Acioli, da 4ª Vara Criminal, de São Gonçalo, na noite do dia 11, quando chegava em casa, no bairro de Piratininga em Niterói, constata a necessidade de políticas públicas na área da segurança. Uma magistrada não pode ser morta por exercer seu trabalho. Foram “21 tiros no peito da justiça”, como nós cidadãos podemos dormir em paz, se nem a própria justiça escapa da ação de criminosos. Leia mais +


